Plano de saúde para recém-nascido: entenda como funciona e quais as principais regras

Plano de saúde para recém-nascido: entenda como funciona e quais as principais regras

Um recém-nascido traz muitas alegrias, mas também bastante preocupação. Desde o seu bem-estar até o seu desenvolvimento, passando pela saúde. Este último ponto é extremamente importante e uma questão de muita preocupação para os pais, que querem ver os filhos bem cuidados. Por isso, entenda como funciona o plano de saúde para recém-nascido.

Especialmente para o período pós-nascimento e para os três primeiros meses, os cuidados com a saúde do bebê são enormes. É necessário um plano de saúde especial para cobrir todos os exames e para garantir a proteção contra qualquer possível problema. O exame do pezinho, por exemplo, é um dos que são cobertos pelo plano de saúde.

Por isso, a primeira regra importante a entender é que o recém-nascido tem direito ao plano de saúde sem nenhum período de carência. De acordo com a Lei dos Planos de Saúde, se a criança for adicionada no plano dos pais nos primeiros 30 dias de vida, ela passa a ser coberta automaticamente.

Incluir os bebês assim que eles nascem pode economizar bastante para os pais, tanto em dinheiro como em dor de cabeça. Ter a segurança de que seu filho está coberto assim que nasce, é algo que traz muito alívio.

Porém, a carência ainda se aplica aos pais. Ou seja, para que o filho seja incluso, é preciso que os pais tenham prestado a carência do plano, seja o mesmo familiar, empresarial ou individual.

Como isso é uma questão de lei, todas as operadoras precisam obedecê-la, o que significa que não existe diferença de uma para a outra, pelo menos neste aspecto.

Vale ressaltar que as regras são as mesmas também para casos de adoção. Para a criança adotada, o prazo se mantém a 30 dias, podendo ser aplicado para filhos de até 12 anos, ou seja, não precisa ser necessariamente recém-nascido.

Pais devem incluir os bebês no plano de saúde em até 30 dias

Porém, vale ressaltar que essa inclusão não é automática. Isso significa que os pais devem fazer a requisição para incluir o recém-nascido no plano através de um protocolo que pode ser por telefone, e-mail ou carta. Isto sim pode variar de acordo com a seguradora, e de acordo com o que for mais conveniente para os pais.

Quanto aos documentos, é preciso apresentar apenas o RG e o CPF do titular do plano e a certidão de nascimento ou documento oficial de filiação do mesmo.

Com o plano, caso o bebê precise de atendimento, e os pais tenham uma cobertura de configuração hospitalar com obstetrícia serão totalmente cobertos pelo plano. Bebês prematuros, por exemplo, podem demandar bastante tratamento e até mesmo a internação em UTIs.

Um último ponto a considerar é que existe a carência de 300 dias para partos. Ou seja, se houver uma mudança de plano durante o tempo da gestação, todos os custos com o parto e com o bebê não serão cobertos.

Por fim, mesmo que os pais não tenham plano de saúde é possível contratar um plano individual especificamente para o recém-nascido. Como não existe diferenciação de plano para crianças, a cobertura é a mesma desde os 0 aos 18 anos.

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