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Um dos momentos mais importantes na vida de uma mulher é quando ela se torna mãe. A gestação é aguardada ansiosamente para a hora crucial: o parto. Dentre as preocupações mais latentes entre as gestantes é que tudo ocorra bem no momento de dar à luz ao bebê. A expectativa é que tudo ocorra conforme planejado junto ao médico, que não haja imprevistos nem com a mamãe e nem com a criança, e que tudo seja o mais tranquilo possível. Para isso, é papel do plano de saúde contratado, dar todo o suporte e apoio que a mulher tem direito nesse momento. Desde o pré-natal, que dura os nove meses da gestação, o plano de saúde é essencial para que todo acompanhamento seja realizado, garantindo a saúde e a preparação do bebê e da gestante para que ambos se saiam bem no momento do parto. A expectativa e a tensão da mãe são comuns até que o bebê nasça saudável e tudo termine bem. Ela precisa de apoio e de uma boa estrutura médica para se tranquilizar um pouco mais. Por isso, é indispensável que a gestante e seus acompanhantes tenham conhecimento sobre as regras e sobre os seus direitos para partos cobertos por planos de saúde, definidos pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Confira.

Carência para a cobertura do parto

Segundo a ANS, o prazo máximo de carência, previsto em lei, para o parto é de 300 (trezentos) dias a partir da vigência do contrato. Ou seja, é preciso esperar 300 dias para que o plano cubra as necessidades do parto. Esse prazo pode ser reduzido em alguns planos, por isso é importante ter conhecimento sobre o seu plano. Em casos em que haja complicações na gestação, que resultem em um parto prematuro, o mesmo deve ser coberto pela operadora mesmo que ainda não tenha atingido o prazo estipulado pelo plano.

Tipos de parto

Na contratação do plano encaixado na segmentação hospitalar com obstetrícia, é obrigatória que qualquer tipo de parto seja atendido pelo plano. Ou seja, tanto partos normais, quanto partos cesáreos.

Decisão sobre o parto

Toda gestante tem o direito de decidir qual a melhor opção de parto para ela (dependendo do estado de saúde e das condições avaliadas pelo médico). Se tudo estiver em perfeitas condições para escolha, sem que haja riscos para a saúde de ambos, a mãe que decidir cesárea deve assinar um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que deve conter informações como as indicações e os riscos da cesariana de forma clara.

Acompanhantes

Um dos requisitos mais importantes para a maioria das gestantes é poder ter um acompanhante durante o trabalho de parto, seja alguém de sua família, o pai do bebê, algum amigo etc. Todas as gestantes têm direito garantido pela ANS de ter um acompanhante de sua escolha em todo o processo do trabalho de parto até o pós-nascimento. O acompanhante escolhido terá direito a paramentação (utilização de roupas especiais para entrar na sala de parto), acomodação e alimentação, garantidas pela operadora.

Cobertura de honorários

O plano com obstetrícia cobre toda a estrutura hospitalar, com acréscimo dos procedimentos de pré-natal assistência ao parto e ao puerpério. Dessa forma, todos os honorários de profissionais provenientes nesses momentos gestacionais devem ser cobertas pela sua operadora de planos de saúde. Caso a cobrança dos honorários seja feita, esta é ilegal e indevida. Quer apoio jurídico para garantir seus direitos do plano de saúde? Entre em contato conosco e saiba mais.

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