5 mitos e verdades sobre plano de saúde que você precisa conhecer

5 mitos e verdades sobre plano de saúde que você precisa conhecer

Recorrer ao SUS em momentos delicados de saúde pode ser bastante complicado. Ao mesmo tempo, arcar com os custos de um atendimento particular é uma opção que não cabe na realidade da maioria dos brasileiros. Para estes casos, optar pela contratação de um plano de saúde pode ser a solução mais conveniente.

No entanto, é preciso ter cuidado. Muitas normas da contratação do plano podem ficar pouco claras em meio às entrelinhas do contrato, dificultando para o beneficiário entender seus direitos.

Por isso, apresentamos neste artigo alguns mitos e verdades sobre o plano de saúde e seus encargos. Confira!

Plano de saúde: Mito ou verdade?

1. A operadora é obrigada a reembolsar o valor de consultas fora da rede credenciada

Mito. Alguns planos e operadores oferecem o benefício de restituir o beneficiário no caso de atendimento fora de sua rede credenciada, mas essa não é uma regra. No entanto, existem algumas condições específicas que tornam obrigatório o reembolso do valor do procedimento ou consulta. São elas:

  • Quando o beneficiário está em uma localização sem rede credenciada e precisa do serviço
  • Complicações na gestação
  • Situações de urgência sem risco de morte
  • Situações de urgência ou emergência com risco de morte ou lesões irreparáveis

2. Todo plano de saúde é obrigado a cobrir a colocação de DIU

Verdade. A colocação do dispositivo Intrauterino é de cobertura obrigatória para todo e qualquer plano de saúde. A regra vale tanto para os hormonais, quanto para os nãos hormonais, com o valor do dispositivo incluso.

Vale lembrar que as cirurgias de laqueadura e vasectomia também são procedimentos de cobertura obrigatória para todos os planos.

3. Planos com coparticipação podem cobrar do beneficiário o valor total de alguns serviços

Mito. Os planos com coparticipação são uma boa opção para o barateamento do custo do plano. Afinal, nessa alternativa, a mensalidade fica mais barata e o beneficiário paga uma quantia fixa ou porcentagem do valor do serviço utilizado.

Dessa forma, a cobrança do valor total do procedimento pela operadora do plano de saúde é terminantemente proibida.

4. Os prazos máximos de carência para cada procedimento são fixos

Verdade. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) possui prazos máximos de carência para o uso de cada tipo de serviço. São eles:

  • Urgência e emergência – 24 horas
  • Consultas, exames e internações – 180 dias
  • Parto – 300 dias

A operadora pode optar por oferecer carências menores às estipuladas pela ANS, mas nunca maiores. Vale lembrar que a regra se aplica aos planos contratados após o dia 1º de janeiro de 1999. Para os adquiridos anteriormente à data, devem-se seguir as carências determinadas no referente contrato.

5. Nem todo plano precisa cobrir sessões de psicologia

Mito. Todos os convênios médicos devem, sim, oferecer a cobertura de sessões de psicologia. No entanto, a quantidade anual de sessões pode ser limitada, salvo em casos de transtornos psiquiátricos devidamente listados na Classificação Internacional de Doenças (CID).

Os planos também são obrigados a cobrir consultas a profissionais como fonoaudiólogos, nutricionistas e terapeutas ocupacionais.

Com saúde não se brinca. Por isso, é preciso estar sempre ciente de seus direitos e das responsabilidades do seu plano de saúde. Para quaisquer dúvidas sobre o assunto, entre em contato conosco!

 

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